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Escorregando na malandragem.
Em "homenagem" à patifaria que vem acontecendo na FIFA durante esta última semana, com acusações e declarações de corrupção, pagamento de propina, e até mesmo de compra de sede de Copa do Mundo pelo Catar, novamente postamos aqui o vídeo do Tio Blatter escorregando na malandragem.
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Duplo carrinho
David Beckham treinando rugby?
Eu sei... Um cara que depila a sombrancelha jamais poderia pisar em uma cancha de rugby. Mas parece que David Beckham anda treinando. Executou bem um movimento defensivo contra um pirralho invasor de campo.
Foi no jogo de despedida de Gary Neville, esta semana, quando Beckham foi até Manchester vestir novamente a camisa do United para prestigiar o jogo do antigo colega e amigo. Por três ângulos diferentes.
Comemoração
Depois da bela comemoração de Ibrahimovic pelo título italiano postada aqui há alguns dias, o Tributo ao Carrinho mostra agora a marcante comemoração de um gol na gloriosa FA Cup de Hong Kong, no espetacular embate entre as tradicionalíssimas equipes de Sun Hei x South China.
Os asiáticos e seus diferentes hábitos... Vida longa ao carrinho.
Compilação de carrinhos
Já que esta semana o blog anda meio parado, uma pequena, mas interessante, compilação de carrinhos. A música é um porre, mas as jogadas são boas.
"Carrinho aéreo"
Oscar Gobern, do Southampton, vai para o chuveiro mais cedo por esta delicada jogada.
Vídeo enviado por Pedro Fidler Rios
Vídeo enviado por Pedro Fidler Rios
Na Era do jogador certinho, lembranças do grande Eric Cantona
Transcrevo aqui a ótima coluna de Mauro Cezar Pereira, comentarista da ESPN, sobre o mítico Eric Cantona.
O que Ronaldinho e Messi têm, ou tiveram, em comum, além da camisa do Barcelona, futebol exuberante e as eleições de melhor do mundo por eles vencidas? Ambos falam sempre as mesmas previsíveis frases, jamais surpreendem, nunca provocam a menor reflexão, sempre assépticos, frios, politicamente corretos, robozinhos de entrevistas. Um saco.
Em nossa recente viagem à Alemanha e Inglaterra para cobrir jogos da Champions e Premier League para os canais ESPN, aproveitei, como sempre, para comprar camisas de futebol. E uma delas vestirei com orgulho. Foi adquirida na correria do jogo Manchester United x Schalke 04, numa barraquinha nas imediações de Old Trafford. Com a ajuda do amigo Pedro Tatoo, nosso editor e boleiro até a medula, pude colocá-la na coleção.
Não, ela não é uma camisa oficial daquelas com nome e número às costas, tampouco tem o patch da Uefa Champions League, Bundesliga ou Barclays Premier League nas mangas. E custou apenas 7 libras. Trata-se de uma camiseta com a reprodução da foto de um ex-jogador à frente e seu nome e número às costas. Escrito assim: 7 CAN7ONA.

Isso mesmo, com o número 7 no lugar da letra T. Eric Cantona era a antítese dos jogadores certinhos das entrevistas da "Era" do politicamente correto. Foi autêntico o tempo todo, gostassem dele, ou não. Maluco até, sem dúvida. Irrascível, claro. Violento, sim, ele era.
Mas antes de tudo, um ídolo, o tipo de cara que entrava em campo e em suas veias o sangue corria como nas do torcedor. Paixão à flor da pele, amor à camisa, o futebol jogado não apenas com raça, mas com alma. Era impossível um fã do time que defendia não se apaixonar por seu futebol.
Trocou o Leeds (que levou ao título inglês) pelo Manchester United e brilhou intensamente sob o comando de Alex Ferguson. Tanto que na sala de imprensa de Old Trafford há uma placa com sua foto e uma frase na qual o manager e "Sir" agradece ao francês pelos cinco anos "maravilhosos" que ele proporcionou ao United. Não é pouco, senhoras e senhores.
Cantona era brilhante, não só pelo futebol, mas pelas atitudes. Doidaço a ponto de dar uma voadora no torcedor Matthew Simmons em 1995, irritado com as ofensas disparadas pelo fã do Crystal Palace. Acertou o cara em cheio, em plena arquibancada. Pegou nove meses de gancho. Parou cedo e não foi campeão do mundo com a França em 1998. Mas não fosse assim não seria Cantona.
Foi a partir de sua chegada a Old Trafford que o Manchester United reencontrou o caminho das conquistas. Sábado deverá se tornar no maior vencedor do campeonato inglês em todos os tempos, superando o rival, Liverpool, 19 a 18 títulos. Num momento em que o clube chega ao ápice, às vésperas de mais uma final europeia, lembrar Cantona é imperativo.
No cinema, ele empresta o nome e manda muito bem em "À Procura de Eric". Neste bom filme, dispara a frase célebre que ilustra minha camiseta: "I'm not a man. I'm Cantona". O futebol precisa de mais caras como ele, que inspirou gritos como "Ooh Aah Cantona" e "Eric, the King".
A famosa voadora que Cantona desferiu no torcedor do Crystal Palace
O que Ronaldinho e Messi têm, ou tiveram, em comum, além da camisa do Barcelona, futebol exuberante e as eleições de melhor do mundo por eles vencidas? Ambos falam sempre as mesmas previsíveis frases, jamais surpreendem, nunca provocam a menor reflexão, sempre assépticos, frios, politicamente corretos, robozinhos de entrevistas. Um saco.
Em nossa recente viagem à Alemanha e Inglaterra para cobrir jogos da Champions e Premier League para os canais ESPN, aproveitei, como sempre, para comprar camisas de futebol. E uma delas vestirei com orgulho. Foi adquirida na correria do jogo Manchester United x Schalke 04, numa barraquinha nas imediações de Old Trafford. Com a ajuda do amigo Pedro Tatoo, nosso editor e boleiro até a medula, pude colocá-la na coleção.
Não, ela não é uma camisa oficial daquelas com nome e número às costas, tampouco tem o patch da Uefa Champions League, Bundesliga ou Barclays Premier League nas mangas. E custou apenas 7 libras. Trata-se de uma camiseta com a reprodução da foto de um ex-jogador à frente e seu nome e número às costas. Escrito assim: 7 CAN7ONA.

Isso mesmo, com o número 7 no lugar da letra T. Eric Cantona era a antítese dos jogadores certinhos das entrevistas da "Era" do politicamente correto. Foi autêntico o tempo todo, gostassem dele, ou não. Maluco até, sem dúvida. Irrascível, claro. Violento, sim, ele era.
Mas antes de tudo, um ídolo, o tipo de cara que entrava em campo e em suas veias o sangue corria como nas do torcedor. Paixão à flor da pele, amor à camisa, o futebol jogado não apenas com raça, mas com alma. Era impossível um fã do time que defendia não se apaixonar por seu futebol.
Trocou o Leeds (que levou ao título inglês) pelo Manchester United e brilhou intensamente sob o comando de Alex Ferguson. Tanto que na sala de imprensa de Old Trafford há uma placa com sua foto e uma frase na qual o manager e "Sir" agradece ao francês pelos cinco anos "maravilhosos" que ele proporcionou ao United. Não é pouco, senhoras e senhores.
Cantona era brilhante, não só pelo futebol, mas pelas atitudes. Doidaço a ponto de dar uma voadora no torcedor Matthew Simmons em 1995, irritado com as ofensas disparadas pelo fã do Crystal Palace. Acertou o cara em cheio, em plena arquibancada. Pegou nove meses de gancho. Parou cedo e não foi campeão do mundo com a França em 1998. Mas não fosse assim não seria Cantona.
Foi a partir de sua chegada a Old Trafford que o Manchester United reencontrou o caminho das conquistas. Sábado deverá se tornar no maior vencedor do campeonato inglês em todos os tempos, superando o rival, Liverpool, 19 a 18 títulos. Num momento em que o clube chega ao ápice, às vésperas de mais uma final europeia, lembrar Cantona é imperativo.
No cinema, ele empresta o nome e manda muito bem em "À Procura de Eric". Neste bom filme, dispara a frase célebre que ilustra minha camiseta: "I'm not a man. I'm Cantona". O futebol precisa de mais caras como ele, que inspirou gritos como "Ooh Aah Cantona" e "Eric, the King".
A famosa voadora que Cantona desferiu no torcedor do Crystal Palace
Comemoração dos campeões
Se a moda pega por aqui...
Na segunda-feira passada, o Middlesbrough vencia o Cardiff por 3x0 quando Kevin McNaughton quase desmonta a pobre bandeirinha Sian Massey.
Várzea com estilo
Andou meio devagar a coisa aqui nos últimos dias.
Para retornar em alto estilo, um carrinho na gloriosa várzea bucólica do interior frances!
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